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Ação
Local
Largo
São
Bento

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Largo de São Bento, um caos
Dirigentes da Ação Local Largo de São Bento estão pedindo providências
urgentes às autoridades municipais para conter o caos instalado nesse
importante espaço público do Centro de São Paulo. No Largo de São Bento, nem a
legislação permite camelô nem a
Prefeitura emitiu autorização (TPU) para ninguém nesse lugar. Apesar
disso, eles estão por toda a parte.
As três fotos tiradas por dirigentes da Ação Local Largo de
São Bento em diferentes ângulos do espaço mostram camelôs vendendo objetos
certamente de procedência ilegal e cedezeiros, aos gritos, e completamente à
vontade, anunciando CDs, DVDs e softwares pirateados, aviltando totalmente esse
importante espaço público.
Desperdício
Em 2001, quando foi implantado o "Boulevard São
Bento" na Estação São Bento do Metrô, com seus charmosos restaurantes, a Viva o Centro e toda a coletividade da
área, representada pelas Ações Locais, comemoraram o coroamento de uma série de
ações iniciadas no Largo São Bento ainda em 1994, por iniciativa da Associação.
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Caio
Mattos

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No começo dos anos 1990, a
primeira ação consistiu no restauro e iluminação da fachada do Mosteiro com o
patrocínio de dois dos filiados da Viva o Centro à época, o BankBoston e a Phillips.
A seguir o Largo foi reconfigurado com a troca do piso, sua adaptação para
portadores de deficiências e instalação de uma cabine da Polícia Militar 24
horas, já dentro da filosofia do programa de policiamento comunitário.
No ano 2000, o Viaduto Santa Efigênia foi entregue pela Prefeitura recuperado e
livre do comércio informal. Sua requalificação permitiu o desenvolvimento de
diversos empreendimentos no local, como o Café Girondino e o shopping de
informática situado no terceiro e no quarto andares do Edifício Fernão Dias,
que tem entrada pelo viaduto e que foi totalmente informatizado para a nova
função.
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Ação
Local
Largo
São
Bento

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A Associação Viva o Centro também
teve participação ativa na elaboração e execução dos projetos para as
comemorações do IV Centenário de Fundação do Mosteiro de São Bento, como a
reforma do grande órgão Walcker, a iluminação interna da Basílica e a
realização dos Festivais Internacionais São Bento de Órgão. Da mesma forma,
apoiou a inauguração do Teatro São Bento, em 2004, e tem dado difusão
permanente aos espetáculos levados ali, bem como no interior da Basílica, caso
da série de conceertos Mosteiro ao Meio-Dia.
E
mais restauro
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Ação
Local
Largo
São
Bento

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Na edição de segunda-feira (18/9) do Estadão, na seção Persona, o jornalista
Cesar Giobbi publicou uma ótima notícia: o Mosteiro de São Bento iniciou a
restauração da casa de Marieta Teixeira de Carvalho, um dos raros remanescentes
de casas do tempo do Império, em São Paulo, que conserva inclusive instalações
da histórica senzala que mantinha no porão. As obras têm o patrocínio da
Petrobrás.
O imóvel, nos conta o colunista, foi construído em 1878 por Carlos
Teixeira de Carvalho, na Rua Florêncio de Abreu, 111, que sai do Largo de São
Bento em direção
à Avenida Senador Queiroz, em tijolos, mas com
um detalhe interessante: “as divisões internas são de rara taipa francesa muito
bem preservada”. Uma vez restaurada a casa poderá abrigar um instituto cultural
ligado ao Mosteiro de São Bento.
A pergunta que todos fazem é: por que desperdiçar toda essa conquista?
Hoje se sabe que por trás de camelôs e cedezeiros há verdadeiras quadrilhas de
falsificação, roubo de carga, contrabando e sonegação. A rede criminosa ocupa
espaço, faz dinheiro, corrompe e se aproveita das mazelas sociais. Até
quando?
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