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Smads realiza seminário de atendimento-padrão de
crianças e adolescentes em situação de rua
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Divulgação
Na mesa, Marcelo Monello, presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, Maria Aparecida
Orsine
de
C.
Fernandes, secretária de Saúde, Floriano Pesaro, secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Andrea Matarazzo, secretário de Coordenação das Subprefeituras, Ricardo Montoro, secretário de Participação e Parceria, e Paulo Sérgio
de
O.
Costa, seu
secretário-adjunto |
Comemorando o 17º aniversário do Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA), a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento
Social (Smads) promoveu, nesta sexta-feira (13/7), o seminário “Conceitos e
Estratégias para Atendimento de Crianças em Situação de Risco”,
na Prefeitura de São Paulo. O evento reuniu quase 200 pessoas, entre
autoridades, técnicos de Supervisões de Assistência Social das 31
subprefeituras, membros de Ong’s, além de gestores, técnicos e educadores dos
Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Creca).
O encontro serviu para capacitar técnicos no
atendimento-padrão a crianças em risco de vulnerabilidade social, tendo
conhecimentos básicos sobre drogas e tipos de uso, violência sexual,
alcoolismo, violência doméstica, entre tantos outros fatores. A Smads possui 14
Crecas, 50 Abrigos e 4 Casas de Acolhida.
Para o prefeito Gilberto Kassab, os programas sociais do
município estão direcionados a retirar as crianças das ruas. “Nosso maior
objetivo é colocar todas as crianças na escola”. Sobre a ação que a Prefeitura
perdeu na Justiça na quarta-feira (11/7), em que está obrigada a conseguir 661
vagas para crianças do Centro, ele respondeu que “a cidade hoje está bem melhor
do que ontem e amanhã estará melhor do que hoje”.
O secretário de Coordenação
das Subprefeituras, Andrea Matarazzo,
acredita que não é possível requalificar o Centro da cidade sem resgatar a
dignidade das pessoas que estão na rua. Floriano
Pesaro, secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, defendeu
que o ECA é uma legislação importante e que ainda não foi implantada
verdadeiramente no Brasil. “Precisamos parar e refletir o que foi feito e o que
ainda precisa ser feito pelas crianças.” Ele defendeu a atuação da sociedade no
combate ao trabalho infantil. “Não podemos tolerar que crianças sejam coagidas
por maiores pedindo dinheiro nas ruas.” Pesaro defende a Campanha “Não Dê
Esmola, Dê Futuro”.
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