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Viva o Centro lança nº 43 da revista urbs com novo projeto gráfico e editorial
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Lançamento é nesta quinta, na Galeria Calligraphia, no Centro |
A Associação Viva o Centro apresenta a seus associados,
participantes das Ações Locais, autoridades, jornalistas e público em geral o
novo projeto editorial e gráfico da revista urbs em sua edição nº 43. O evento
nesta quinta-feira (14/6), das 19h às
21h, na Galeria Calligraphia (Rua Avanhandava, nº 40, Centro), será acompanhado do vernissage de uma mostra coletiva de
arte contemporânea.
A partir deste número, a
revista estréia uma nova fase, passando a ser monográfica, isto é, tratando a
cada edição de um tema em
profundidade. A edição 43, editada por Jorge da Cunha Lima,
consultor da Viva o Centro, e Lui
Carolina Tanaka, coordenadora do Núcleo de Estudos da entidade, com produção e
edição da LDC Editora e Comunicação, focaliza o universo underground,
indo de questões estruturais, como as garagens subterrâneas tão necessárias à
região e o metrô (Linha 4-Amarela), até a arte dita “marginal”, como a
literatura e o graffiti.
Além de uma entrevista com osgemeos, dupla de grafiteiros que esteve na Escócia realizando trabalho
sobre uma construção histórica de oito séculos, há 30 km de Glasgow, e estará presente no lançamento, a revista urbs
também falou com os grafiteiros da old school – Carlos Matuck e Julio
Barreto – que ao lado de Alex Valauri coloriram os muros da cidade nos anos
1970.
Quem for ao lançamento na Calligraphia
também poderá visitar uma mostra coletiva de nove grafiteiros – Matuck,
Zaidler, Órion, dentre outros.
Um pouco
de história
A revista urbs foi lançada pela Associação Viva o Centro em
agosto
de 1997, voltada à cobertura de questões
urbanas com ênfase na cidade de São Paulo e seu Centro metropolitano, aí
incluídos todos os seus possíveis desdobramentos – sociais, econômicos,
culturais, educacionais, etc.
Estiveram
entre seus editores: do nº 0 ao nº 6, Antonio Sabino de Souza, secundado
pelo editor especial Jule Barreto, Assessor de Imprensa da Viva o Centro de 1992 a janeiro de 2005,
quando faleceu; nº 7, Marco Antonio Sabino; do nº 8 ao nº 32, período em que se
firmou e tornou-se muito respeitada, passando a ser requerida inclusive pelas
bibliotecas de faculdades de arquitetura e urbanismo de São Paulo e outras
cidades brasileiras, foi assumida por Jule Barreto; o nº 33 foi
excepcionalmente editado pela então editora assistente, Ana Maria Ciccacio, que
desde 2005 responde pela Assessoria de Imprensa da Associação. Os nºs 34, 35
e 36 tiveram como editora interina Lizandra Magon de Almeida, que assume a
função de editora dos nºs 37 a
41. O nº 42, comemorativo dos 15 anos da Viva o Centro, teve à frente os atuais
editores, Jorge da
Cunha Lima e Lui Carolina Tanaka.
A urbs 43 circula com 12 mil exemplares
de 64 páginas em quatro cores, a R$ 6 cada. Público alvo: o mais amplo
possível, com ênfase em administradores públicos, arquitetos e urbanistas,
pesquisadores, jornalistas, sócios e colaboradores da Associação e interessados
em questões urbanas em
geral. Distribuição: gratuita aos associados da Viva o
Centro; assinantes. Venda em bancas selecionadas (clique
aqui) e on line pelos sites da Viva o Centro (www.vivaocentro.org.br) e do Vitruvius (www.vitruvius.com.br),
além
da
própria
Galeria
Calligraphia,
a
partir
da
semana
que
vem.
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