www.vivaocentro.org.br
Sua localização: Home Page --» Notícias Anteriores: Notícia
Home PagePágina AnteriorAjudaMapa do Site

BIBLIOTECA VIVA O CENTRO

»
Livros e Documentos
»
Lista do Acervo

COMO CHEGAR AO CENTRO
»
Mapa de acesso

CONHEÇA O CENTRO

»
História
»
Bibliografia
»
Centro em números
»
Imagens do Centro
»
Roteiros Turísticos
»
Mapa do Transporte Metropolitano

ONDE IR NO CENTRO

Compras

»
Feiras
»
Galerias/Shoppings
»
Ruas de Comércio
»
Livrarias e Sebos
Cultura e Lazer

»
Bibliotecas
»
Cinemas
»
Edifícios Históricos
»
Espaços Culturais
»
Espaços Públicos
»
Museus
»
Obras de Arte
»
Principais atrativos
»
Teatros
»
Templos
Ensino

»
Escolas
»
Ensino Superior
Saúde

»
Hospitais

UTILIDADE PÚBLICA

»
Instituições Sociais
»
Telefones Úteis
»
LINKs Úteis

PUBLICAÇÕES
VIVA O CENTRO

»
URBS
»
Informe
»
InterAção
»
NaImprensa
 

InformeOnline

09/06/08

página inicial   | página anterior índice de notícias

 

Aliança pelo Centro Histórico: por que o Triângulo?

  

AVC

Triângulo Histórico tem nos vértices a Praça da Sé e os largos São Bento e São Francisco

Por ser o espaço mais emblemático da cidade, começando por abrigar o Pátio do Colégio, berço de São Paulo. Não há na capital paulista maior concentração de história por metro quadrado do que no Triângulo, área que tem nos vértices a Praça da Sé e os largos São Bento e São Francisco. A planta imperial de São Paulo, em 1810, corresponde ao atual Triângulo Histórico. Era a cidade da época, o restante eram chácaras ou pequenas aglomerações.

 

A história da cidade, do Estado e do desenvolvimento nacional passa necessariamente pelo traçado das vias e pelas construções do Triângulo. Da conquista do planalto à inserção na economia global, é no Triângulo que São Paulo tem de fato 454 anos. Apesar de pequena e encravada entre os vales do Tamanduateí e Anhangabaú, a colina abriga hoje nada menos do que a terceira maior bolsa de valores do mundo, a BM&FBovespa.

 

O poder público tem presença maciça na área com seis secretarias e cinco empresas estaduais, mais o Tribunal de Justiça, Ministério Público e Tribunal de Contas, 12 secretarias e empresas municipais e a Ouvidoria do Município. Nada menos do que dez centros culturais e 250 bens tombados pelos órgãos de defesa do patrimônio histórico revelam o potencial turístico do Triângulo. O acesso é facílimo: são três estações do metrô, uma em cada vértice do Triângulo e três terminais de ônibus (Bandeira, D. Pedro II e Pedro Lessa). Ao se criar um ambiente propício à utilização diurna e noturna por parte da população, pode-se esperar um efeito pedagógico e indutivo para melhorias em outras áreas do Centro e da cidade.

 

Antecedentes

 

A fundação da cidade de São Paulo e a formação do Triângulo Histórico constituem, na verdade, uma coisa só. Uma combinação de fatores levaram os jesuítas portugueses a escolher a colina, onde fica o Pátio do Colégio, para dar origem à cidade. Sua topografia estratégica para a defesa do povoado é o mais conhecido de todos, tendo o povoado sido bem sucedido graças à cooperação entre portugueses e indígenas. O terreno usado para erguer as primeiras construções de São Paulo foi cedido pelos guaianazes, em área adjacente à sua ocara.

 

AVC

Triângulo Histórico sinônimo de "Cidade", ou Centro, até hoje para muitos dos habitantes de São Paulo

Situado entre vales, com trechos de matas e imensas várzeas cobertas de capim, em parte inundáveis na época das chuvas, era uma área rica em peixes, aves e caça de pêlo. Os campos mostraram-se adequados ao plantio de legumes, verduras e frutas, além de propício para a criação de gado europeu. Em termos econômicos, os indígenas sabiam que os jesuítas lhes forceriam as ferramentas de que precisavam para trabalhar a terra e produzir seus artefatos. O início de São Paulo foi marcado pela convivência harmoniosa entre portugueses e nativos na colina onde se formaria o Triângulo Histórico.

 

O traçado inicial de São Paulo se deu em função dos caminhos indígenas existentes que se tornaram os acessos à vila. Na construção dos muros de proteção do povoado, essas entradas foram mantidas desimpedidas e, conseqüentemente, deram origem ao arruamento externo. Com a chegada das outras ordens religiosas dos Carmelitas, Beneditinos e Franciscanos, e a construção de seus conventos nas bordas da colina, a estrutura para formação morfológica do Triângulo Histórico estava pronta.

 

A partir do Triângulo Histórico a cidade de São Paulo foi crescendo lentamente, enquanto os paulistas povoavam o planalto em todas as direções, multiplicando os núcleos da capitania. Em 1711, a vila foi elevada à condição de cidade pela coroa portuguesa, com aproximadamente 210 casas e menos de 1.000 habitantes. Sua importância regional já se evidenciava pelo fato de ter se tornado um entreposto comercial ainda em pequena escala.

 

Na Planta da Imperial Cidade de São Paulo, elaborada em 1810, a mancha urbana cercada aqui e ali de pequenos aglomerados é o próprio Triângulo (vejam a reprodução acima). Vem daí a referência ao Centro como "Cidade", até hoje em uso pelos habitantes mais antigos de São Paulo. Ir à "Cidade" é ir ao Triângulo Histórico, ao Centro da origem da imensa metrópole onde vivem mais de 10,5 milhões de habitantes na atualidade, centro nervoso da economia brasileira e onde se localiza o maior número de equipamentos culturais de São Paulo.

 

Delimitação

 

O Triângulo Histórico, formado pelos vértices que ligam as igrejas de São Bento, São Francisco e Sé, compreende as ruas 3 de Dezembro, 11 de Agosto, 15 de Novembro, Álvares Penteado, Anchieta, Anita Garibaldi, Benjamin Constant, Boa Vista, Ladeira General Carneiro, ruas do Comércio, Cristovão Colombo, Direita, Dr. Falcão Filho, Senador Feijó, Florêncio de Abreu, Floriano Peixoto, João Brícola, José Bonifácio, Líbero Badaró, Dr. Miguel Couto, do Ouvidor, Oliveira, Barão de Pranapiacaba, Senador Paulo Egídio, Quintino Bocaiúva, da Quitanda, Riachuelo, Roberto Simonsen, São Bento, São Francisco Santa Teresa, Irmã Simpliciana, do Tesouro, Wenceslau Brás e Avenida São João.

 

Além das ruas citadas, fazem parte também os logradouros: Praça Antônio Prado, Largo do Café, Viaduto do Chá, Pátio do Colégio, Praça Clóvis Bevilácqua, Praça Padre Manoel da Nóbrega, Largo da Misericórdia, Praça Ouvidor Pacheco e Silva, Praça do Patriarca, Praça Paulo A. de M. Duarte, Largo São Bento, Largo São Francisco e Praça da Sé.

 

Leia Mais

 

Centro vai experimentar idéia inovadora de gestão de espaço público

 

Atribuições dos parceiros - Aliança pelo Centro Histórico

 

Aliança contará com 19 Ações Locais

 

Comitê Executivo da Aliança

 

Editorial - Aliança: pacto que fará história

 

 
 
   
ASSOCIAÇÃO VIVA O CENTRO


© 2004 Associação Viva o Centro - Todos os direitos reservados.
Informe®, Revista URBS® e Ação Local® são marcas registradas da Associação Viva o Centro.
página inicial   |
página anterior   |
mapa do site   |

Topo da Página