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O conjunto formado pelo Seminário Episcopal e Igreja de São Cristóvão foi construído em meados do séc. XIX, em taipa de pilão, com doações obtidas pelo bispo D. Antônio Joaquim de Mello. Em 1856, apesar da obra não estar totalmente concluída, foi inaugurado o lance da capela e, seis anos depois, o seminário já funcionava no local.
A capela, apesar da simplicidade de sua construção em taipa, foi o único templo paulistano a aderir na sua totalidade ao neoclassicismo da Corte Imperial e atendia toda a população do bairro da Luz que a procurava nos festejos religiosos e nas cerimônias de casamento.
A nova fachada, nitidamente classicista, com pilastras coríntias, data do início do séc. XX. Em 1940, a igreja foi elevada à Matriz de São Cristóvão. Em seu interior permanecem talhas brancas filetadas de dourado, ornamentadas com algumas rosetas, podendo-se admirar também a bela cúpula.
Com o avanço da cidade para a região norte, o conjunto descaracterizou-se, tendo sido demolido um segmento da ala direita do seminário, geminada à Igreja,
dando lugar a uma rua. A Igreja foi totalmente restaurada em 1997.
São
Cristovão é o protetor dos motonistas com
comemoração e missas o dia inteiro no dia
25/07. Além disso, esta igreja comemora
todo dia 10 o dia de Santa Filomena, com
missa às 15h.
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