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Domiziano Rossi, colaborador de Ramos de Azevedo, ao projetar este edifício baseou-se no Palácio da Justiça de Calderini, em Roma. A construção teve início em 1920, sendo concluída treze anos depois.
Com grande suntuosidade em estilo renascentista tardio, típico exemplar da segunda fase do ecletismo, o edifício, de cinco pavimentos, apresenta acabamentos luxuosos excessivos e aspectos pouco funcionais, observados nos espaços das salas.
Possui uma profusão de elementos decorativos, tanto interna – destacando-se os painéis pintados, murais e vitrais – quanto externamente. Há em grande quantidade de revestimentos em mármore de Carrara, mármore amarelo português, granito rosa e película de ouro, além de contar com um mobiliário especialmente executado para o Palácio e capitéis e bases das colunas de bronze. O edifício, tombado em 1982, mantém-se íntegro e apenas o andar térreo sofreu algumas alterações. Pode-se consultar a biblioteca e visitar o Museu do Tribunal da Justiça, com documentos e fotografias ligadas ao Direito e à cidade.
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