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Há um século atrás esse vale era ocupado por uma extensa plantação de chá pertencente à chácara do Barão de ltapetininga. No inicio do século, o ribeirão Anhangabaú que por ali passava, que nascia junto à R. Paraíso e desaguava no rio Tamanduateí, foi canalizado e o vale, transformado num parque.
Após ter sido, desde a década de 40, uma importante artéria de circulação de veículos, um novo projeto adota a circulação subterrânea, oferecendo à cidade um monumental espaço aberto, hoje mantido pela iniciativa privada.
O Vale do Anhangabaú é o verdadeiro divisor dos centros Velho – ou Histórico – e Novo; tem lindos jardins, diversas obras de arte (esculturas como a de Giuseppe Verdi) e três chafarizes. Do centro do vale pode-se admirar grande parte dos dois centros, os dois viadutos – do Chá e Santa Ifigênia – e alguns dos mais imponentes edifícios como o Martinelli, a Sede do Banespa, os Correios e outros.
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